Experimento científico coloca jacarés no fundo do mar

Tudo bem, sabemos que os jacarés não costumam nadar, ou morrer no mar. 

Mas alguns pesquisadores resolveram colocar três deles, mortos é claro, debaixo de água.

Eles queriam ver como criaturas das profundezas do mar iriam reagir a descoberta de uma nova e incomum fonte de alimento.

Qual é o objetivo dessa pesquisa?

Veja um resumo do que foi filmado na pesquisa

Esse experimento com os jacarés mortos teve o propósito de ter uma melhor compreensão do sistemas alimentares dos animais marinhos. 

Comidas como fitoplâncton e outras espécies de plantas não existem no fundo do mar, por isso os moradores de lá deve sustentar tem que sustentar com neve marinha, que são partículas orgânicas feitas a partir da decomposição de animais e de outros resíduos.

Esses tubarões evoluíram para caminhar! 4 novas espécies descobertas

Como os jacarés, às vezes, vão se aventurar nas águas do oceano em busca de novas fontes de alimento, ou em inundações provocadas por furacões, os cientistas queriam ver se criaturas do mar profundo iriam comer os mortos jacarés, ou simplesmente ignorá-los. 

Os pesquisadores, Craig McClain e Clifton Nunnally da Louisiana Universities Marine Consortium  (Lumcon), compartilharam os resultados surpreendentes desse experimento em um estudo publicado na revista científica PLOS One, como acesso liberado para todos.

As descobertas feitas

Os cientistas colocaram três jacarés mortos em 6.600 metros de profundidade no Golfo do México e fizeram  sua maior descoberta 51 dias depois encontrar quando eles voltaram para ver o segundo jacaré tinham colocado.

Ossos de jacaré no mar
Mal sobraram os ossos (PLOS One / reprodução)

Ele foi comido completamente! Nem seu ossos foram poupados, exceto por um misteriosa penugem que foram deixadas em alguns ossos que sobraram.

Estudos de DNA da penugem revelou que era uma espécie recém-descoberto de um verme que  devora osso, do gênero Osedax. 

Esta é a primeira vez que qualquer espécie de Osedax é vista no Golfo do México, afirma os pesquisadores.

“Foi confirmada como uma nova espécie depois de uma comparação dos DNA dos animais que recolhemos no DNA das espécies de Osedax conhecidas,” Disse Rio Dixon, um co-autor do novo estudo.

 “Nós descobrimos que o DNA era diferente o suficiente para se qualificar as amostras como uma nova espécie.”

Mas os outros dois jacarés deram algumas descobertas interessantes também. 

Jacaré número 1

Fotos do experimento, jacarés mortos em baixo d'água
Isópodes se alimentaram do jacaré (PLOS One / reprodução)

Um deles foi devorado em menos de 24 horas, por isópodes gigantes, que são conhecidos por ficarem sem comer por anos.

Jacaré número 3

Os cientistas descobriram que outra de suas carcaças de jacaré desapareceu completamente. Mas eles investigaram para descobrir o que aconteceu e encontraram marcas de que foi arrastado.

“O que fez o que tinha de ser enorme. A carcaça e o peso combinado pesava mais de 36 kg, e sua forma e comprimento, fez com que fosse muito pesada,” Dixon disse Gizmodo.

Além disso, eles resolveram cacular a mordida do que teria arrastado o jacaré.

“Com alguns cálculos que foram capazes de descobrir que a força da mordida necessária para cortar corretamente através de nossa corda foi equivalente a de um grande tubarão.”

Não pode desperdiçar comida (PLOS One / reprodução)

Isso mostra como os alimentos no mar não são tão fáceis para os animais marinhos encontrarem como se pensa. 

Ou seja, eles não podem se dar ao luxo de serem exigentes.

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